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Paróquia Bom Pastor - Alphaville

bompastorAlphaville “São Paulo” foi lançada em 1974, inicialmente somente no vizinho município de Barueri. Com o crescimento de Alphaville, os empreendedores resolveram ampliar o número de residenciais e então se deu início ao lançamento de novos condomínios já na área de Santana de Parnaíba. Nesta época toda a comunidade católica do bairro se reunia e participava das celebrações que aconteciam na gruta, hoje Paróquia Nossa Senhora de Lourdes (Diocese de Osasco).

Pe. Guilherme Krupp, aposentando-se das atividades da Diocese de Osasco, fixou residência na casa de sua sobrinha, então moradora do Residencial 3. Neste local, ele começou a realizar diariamente a Celebração da Eucaristia. Logo a sala da casa foi transformada em capela, pois o número de participantes era grande.

Em novembro de 1983, D. Roberto P. de Almeida, então Bispo da Diocese de Jundiaí, concedeu licença de uso de ordens, nomeando Pe. Guilherme Krupp coadjutor do Pe. Eduardo Puszkiel, então pároco de Santana de Parnaíba, para que assumisse como capelão a Comunidade Bom Pastor.

Por iniciativa de um grupo de senhoras da comunidade, deu-se inicio a uma campanha, cujo objetivo era construir uma capela no terreno doado pela Construtora Albuquerque Takaoka, o que aconteceu com muita rapidez. A capela foi inaugurada e, a partir da inauguração, Pe. Guilherme começou a residir nas dependências da pequena casa paroquial construída junto à capela.

Com a implantação de novos residenciais, a população cresceu muito e foi percebida a necessidade de se construir uma igreja maior e com mais estrutura. Deu-se início, então, à construção do salão paroquial que, por vários anos, serviu como igreja. Logo a seguir, foi construída a casa paroquial.

Em dezembro de 1990, Pe. Guilherme, com sérios problemas de saúde, pediu seu afastamento, sendo temporariamente substituído pelo Pe. Achiles Marenghi, na época Chanceler da Diocese de Jundiaí.

Aos 17 de fevereiro de 1991, Dom Roberto empossou o Pe. Cristóvão Freire Arnaud, como segundo capelão da Igreja Bom Pastor, onde permaneceu até a criação da , em 1º de novembro de 1993.

Para ocupar o cargo de primeiro Pároco da recém-criada Paróquia Bom Pastor, Dom Roberto nomeou o Pe. Paulo Toni Junior, que tomou posse em 27 de novembro de 1993.

Com a chegada do Pe. Paulo Toni e também de novos moradores, a comunidade ganhou novo impulso, cresceu muito e esse crescimento gerou novas necessidades: uma igreja maior, espaço para catequese, etc. Tendo em vista estas novas necessidades, Pe. Paulo Toni, em companhia do Sr. Othilio Moura Filho, engenheiro encarregado e que acompanhou a construção de toda a obra, procuraram novamente a Construtora Albuquerque Takaoka e, por meio do Dr. Renato Albuquerque, conseguiram mais uma área onde hoje está construída a igreja e o estacionamento.

Em 1995, iniciou-se a construção da nova igreja. Houve um envolvimento grande de toda a comunidade e, em 1997, a igreja foi inaugurada. Em 3 de maio de 1998, em uma belíssima Celebração Eucarística presidida por Dom Amaury Castanho, na época Bispo de Jundiaí, com a presença de vários sacerdotes e um grande número de fiéis, tivemos a sagração da nossa igreja e dedicação do altar. Nesta mesma celebração, foram colocadas no altar as relíquias de Santa Luiza de Marilac, Santa Catarina Labouré e São Vicente de Paula. Nós católicos entendemos por relíquias partes do corpo de um Santo ou objetos que a ele pertenceram. As relíquias geralmente são guardadas em recipientes chamados relicários.

Na abertura do Ano Santo Jubilar de 2000, foram inaugurados os 3 sinos, dedicados a Nossa Senhora, a São José e ao Papa João Paulo II. No encerramento deste mesmo ano, inauguramos o Domus Mater Dei, edifício composto de salas destinadas à catequese, sala de vídeo e biblioteca.

Hoje, a sede de nossa Paróquia está estruturada de modo a atender todas as necessidades da comunidade. É composta por um conjunto de edifícios harmonicamente projetados e integrados à paisagem natural, tornando-se um local bastante agradável e acolhedor.

Nosso segundo pároco foi Pe. Felix Xavier da Silveira, nomeado por Dom Gil Antonio Moreira e empossado em 26 de fevereiro de 2005.

Hoje, atuam na Paróquia 31 Pastorais, Movimentos e Serviços, os quais, sob a coordenação do nosso terceiro pároco, Pe. Rafael Casarin - nomeado por Dom Vicente Costa e empossado em 20 de fevereiro de 2011 -, e com a assessoria do Diácono Permanente Antoninho Roberto Matheus, desenvolvem ações de evangelização, voltadas para as famílias da comunidade.

Consciente de seu papel dentro do Plano de Deus, a Paróquia também implantou e desenvolve projetos de obras sociais:

Comunidade de Amor Rainha da Paz: Entidade inspirada por Nossa Senhora a um grupo de paroquianas que, apoiada por Pe. Paulo Toni e toda a comunidade, foi inaugurada em agosto de  2001 com objetivo de atender crianças carentes com necessidades especiais (deficiências físicas e mentais). Entidade que começou pequena, atendendo um reduzido número de crianças em uma casa alugada e que hoje, graças ao apoio de toda a comunidade, assite mais de 130 crianças em um prédio próprio, com 2000 m2 de área coberta, construída em um terreno doado em comodato pela Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba, localizado na Estrada do Suru nº 1833.

Igreja Irmã: Fornecimento de alimentos e medicamentos para serem distribuídos entre os mais carentes da comunidade e repasse financeiro para auxílio na manutenção da Quase Paróquia Cidade de São Pedro.

Relíquias de nossa Paróquia

relquia2_siteA Igreja respeita e conserva, com amor, os lugares onde viveram os Santos, e, também, os seus restos mortais e objetos que lhes pertenceram na sua peregrinação sobre a terra. A veneração de relíquias existe praticamente desde o início do cristianismo, como atesta uma carta escrita pelos fiéis da cidade de Esmirna. Eles contam como recolheram os restos mortais de seu bispo, São Policarpo, morto por ordem das autoridades romanas. Na época das perseguições dos cristãos, os túmulos dos mártires, nas catacumbas, podiam ser usados como altar para a celebração da missa. Ainda hoje, muitos altares de igrejas contêm corpos de santos, ou pelo menos partes deles, principalmente do santo ao qual a igreja é dedicada.

Para nossa alegria, encontramos no altar de nossa igreja relíquias de três santos: Santa Catarina Labouré, Santa Luisa de Marilac e de São Vicente de Paulo. Essas relíquias foram colocadas no altar da Bom Pastor - incrustadas na pedra do altar - no dia 3 de maio de 1998, durante a celebração da sagração da nossa igreja e dedicação do altar.

Vamos agora conhecer um pouco da vida desses santos.

Santa Catarina

Catarina Labouré nasceu na França em 02 de maio de 1806. Desde pequena, manifestava desejo de se consagrar a Deus e, aos 23 anos, entrou na Ordem de São Vicente de Paulo. Logo a seguir, foi enviada para prestar serviços em um hospital de Paris, onde serviu por 45 anos, até sua morte.

Catarina de Labouré faleceu em 31 de dezembro de 1876 na França. Foi beatificada por Pio XI, em 28 de maio de 1933 e solenemente canonizada por Pio XII, em 27 de julho de 1947.

Santa Luiza de Marillac

Luiza nasceu em 12 de agosto de 1591. Ainda muito nova, foi para o Convento Real de Poissy, em Paris, onde recebeu uma educação refinada, quer no plano espiritual, quer no humanístico. Embora desejasse dedicar sua vida a Deus, para cuidar dos pobres e doentes, com a morte do pai, por falta de recursos foi tirada do convento. Casou-se, foi mãe de um filho e, mesmo com as responsabilidades domésticas, ainda encontrava tempo para cuidar dos deveres de piedade, mortificando-se com jejuns frequentes, visitando os pobres, os hospitais e os asilos, confortando a todos com seu socorro. Com a morte do marido, voltou a ter problemas financeiros, mas neste momento teve dois grandes conselheiros espirituais: Francisco de Sales e Vicente de Paulo, ambos declarados Santos pela Igreja.

Foi graças à direção deles, que pôde superar e enfrentar os problemas que agitavam o seu cotidiano e a sua alma. Somente sua fé a manteve firme e, graças à sua força, suplantou as adversidades. Seu filho, Miguel Antonio, foi para o seminário.

Só então Luiza pôde dedicar-se totalmente aos pobres, doentes e velhos. Isso ocorreu porque Vicente de Paulo teve a iluminação de colocá-la à frente das Confrarias da Caridade, a qual fundara para socorrer as paróquias da França que vinham definhando. Vicente encarregou-a de visitá-las, reorganizá-las, enfim dinamizá-las, e ela o fez durante anos.

Em 1625, Vicente e Luiza criam as Irmãs dos Pobres, as Filhas da Caridade, a quem foram confiados os doentes, os enjeitados, os velhos, os mendigos, os soldados feridos e os condenados às prisões. Quando Paris foi assolada pela guerra e peste, em 1652, as Irmãs chegaram a atender quatorze mil pessoas, de todas as categorias sociais, sendo inclusive as primeiras Irmãs a serem requisitadas para o atendimento dos soldados feridos, nos campos de batalhas.

Luiza morreu em 15 de março de 1660. Foi beatificada em 1920 e canonizada pelo Papa Pio XI em 1934. Parte de suas relíquias repousa na Capela da Visitação da Casa Matriz das Irmãs da Caridade, em Paris, França. Santa Luiza de Marillac foi proclamada Padroeira das Obras Sociais e de todos os assistentes sociais, pelo Papa João XXIII, em 1960.

São Vicente de Paulo

O Apóstolo da Caridade é um dos grandes santos franceses. Nasceu em 1580 em Ranquine, França. Após estudar com os franciscanos em Dax, ele foi ordenado sacerdote em 23 de setembro de 1600 e foi para a Universidade de Toulouse. Aos 23 anos, recebeu o título de doutor em Teologia. Pe. Vicente era muito estimado por todos e seus sermões edificavam os ouvintes. Em 1625, Vicente fundou a Confraria das Missões, chamada de Lazaristas ou Vicentinos, uma sociedade de padres com treinamento para pregar junto aos pobres. Em 1633, com Santa Luiza de Marillac, ele fundou a Ordem das Irmãs de Caridade.

Com o passar do tempo, Pe. Vicente conheceu o Pe. Berulle, e este logo foi nomeado Bispo de Paris. Pe. Vicente foi indicado para assumir uma pobre paróquia no subúrbio de Paris e, lá, criou a Confraria do Rosário para que seus confrades visitassem os doentes diariamente. Pe. Vicente dizia: "Jamais devemos perder de vista o divino modelo! É preciso ver Jesus Cristo no pobre e ver no pobre a imagem de Cristo."

Na madrugada de 27 de setembro de 1660, Pe. Vicente, com seus quase 80 anos e uma vida cheia de lutas, conquistas e doações, faleceu e foi canonizado pelo papa Clemente VII, em 1737.

 
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